Sou a consisa identitária
De raizes fincadas em longas trajetória,
Sou uma matiz desfocada
Sem enquadramento nem adimiração
Sou uma fortaleza
De frágeis desejos
Buscando o equilibrio
Perdi ou nunca o tive!
Ando buscando
Sou o riso descontente e infantil
Belo e roto.
Você pode ver isso?
Mas quem é você?
Você existe?
Há alguém ai?
Do outro lado do vitral? ( ) ?
**sorrisos insanos.

0 Comentários:
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial